O artigo aborda a questão da utilidade de uma maioria absoluta na câmara municipal. Refere que Carlos Moedas, durante o seu primeiro mandato como presidente da Câmara Municipal de Lisboa, conseguiu resistir a pressões, tendo ganho as eleições sozinho. Já no segundo mandato, essa mesma posição não se manteve, e essa diferença é notória segundo o artigo. O texto sugere que a maioria absoluta que Moedas obteve não teve o mesmo efeito ou utilização na segunda mandato.
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Vamos ser sérios: Para que serve uma maioria?
Observador9 de setembro de 2026 às 00:05
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