O partido Chega viu a sua moção ser rejeitada, após os partidos da oposição terem unido os seus votos contra a iniciativa. Ainda assim, os mesmos partidos que não viabilizaram a moção deixaram várias críticas ao Executivo, demonstrando o seu desacordo com a atuação do Governo.
O custo de vida foi um dos temas centrais do debate parlamentar, com destaque especial para o preço dos combustíveis. Essa questão dominou grande parte das intervenções da oposição, que apontou falhas na política governamental nessa área.
Os partidos da oposição criticaram duramente a atuação do Executivo, questionando as medidas implementadas para enfrentar o aumento do custo de vida. Essas críticas surgiram tanto durante quanto após a votação da moção do Chega.
Luís Montenegro, por sua vez, rejeitou o que chamou de "política do pessimismo", defendendo a atuação do seu Governo. O primeiro-ministro procurou assim contrapor as críticas da oposição, insistindo que não se deve olhar para a situação atual com pessimismo.



