Moção apresentada pelo Chega rejeitada com abstenção do PSFoto de jorisamonen no Pexels
PolíticaAçores

Moção apresentada pelo Chega rejeitada com abstenção do PS

Açoriano Oriental8 de setembro de 2026 às 18:50

O partido Chega apresentou uma moção de censura ao governo PSD/CDS-PP, exigindo a demissão de Luís Neves do cargo de ministro da Administração Interna. A moção visava especificamente a continuidade do governante no executivo.

A moção foi rejeitada na votação que aconteceu na Assembleia da República. O Partido Socialista, principal partido da oposição, optou pela abstenção neste voto.

Com a abstenção do PS, o governo conseguiu evitar a aprovação da moção de censura. Esta posição do partido socialista permitiu ao executivo PSD/CDS-PP manter-se em funções com Luís Neves continuando como ministro da Administração Interna.

Notícias relacionadas

Política

Casos, demissão e censura: a audiência de Luís Neves

Luís Neves foi confrontado durante uma audiência sobre os vários casos que marcaram os últimos meses. Recuou na declaração anterior de guerra ao partido Chega, mas garantiu manter a "confiança" do primeiro-minuto Montenegro, num momento de tensão política em torno da sua atuação.

Observador08/09/26, 20:06
Política

Como uma promessa antiga de "picanha no prato" para todos se pode virar contra Lula da Silva

A promessa feita por Lula da Silva em 2022 de colocar "picanha no prato" de todos os brasileiros está a virar-se contra o presidente, com a oposição a utilizar a expressão para criticar o falhanço económico do seu governo. Desde que a promessa foi feita, o preço da carne bovina tem vindo a subir consistentemente, transformando-se numa ferramenta política contra o executivo brasileiro.

Euronews Portugal08/09/26, 20:03
Terminou o prazo para apresentar listas às legislativas de Israel: uma quase coligação, partidos criados em horas e um judeu entre árabes
Política

Terminou o prazo para apresentar listas às legislativas de Israel: uma quase coligação, partidos criados em horas e um judeu entre árabes

Terminou esta terça-feira o prazo para apresentar listas às eleições legislativas israelitas de 27 de outubro, num sistema eleitoral conhecido pela sua complexidade e pela multitude de partidos que concorrem. Este ano, duas novas formações — e potencialmente uma terceira — foram criadas nos últimos dias, podendo complicar significativamente as contas para os dois principais candidatos a primeiro-ministro. Destaca-se ainda a existência de um judeu a integrar listas de partidos árabes, o que reflete as dinâmicas políticas singulares de Israel.

Expresso08/09/26, 20:01
Política

Crise explode na Polícia Federal: direção coloca cargos à disposição após afastamentos

A direção da Polícia Federal do Brasil colocou seus cargos à disposição após o Supremo Tribunal Federal afastar membros da instituição, gerando uma crise institucional de grandes proporções. O episódio levanta questões sobre independência policial e impactos nas investigações em andamento.

Notícias de Coimbra08/09/26, 20:00