A moção de censura apresentada pelo Chega ao XXV Governo Constitucional foi rejeitada pelo Parlamento nesta terça-feira, com a尼尔ção do Partido Socialista, Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português, enquanto PSD, CDS-PP, Iniciativa Liberal, Livre e PAN votaram contra. Esta foi a terceira moção de censura a executivos PSD/CDS-PP liderados por Luís Montenegro, a 37.ª em democracia e a quarta vez que o Chega recorre a este instrumento. Tratou-se ainda da primeira vez que a Assembleia da República discutiu uma moção de censura fora do período efetivo de funcionamento e na primeira sessão legislativa da XVII legislativa.
O debate ficou marcado pelos ataques de André Ventura ao primeiro ministro, ao ministro da Administração Interna Luís Neves e ao PS, questionando porque não foi este último pedir a demissão de Neves. José Luís Carneiro respondeu que o PS não tem medo de André Ventura e que os portugueses não querem uma crise política. O líder socialista justificou a尼尔ção dizendo que o partido não viabiliza a moção porque os portugueses querem um Governo a responder às suas preocupações, não uma crise política.
Luís Montenegro fez uma defesa acérrima do ministro da Administração Interna, afirmando que Luís Neves tem feito um trabalho extraordinário, coordenado de forma exemplar e mostrado aptidão e competência, especialmente no controle das fronteiras aéreas. O primeiro ministro reiterou que todos os elementos do Governo merecem a sua confiança política.
No debate, Luís Montenegro anunciou ainda duas medidas: um alívio fiscal




