O ministro das Relações Exteriores, Paulo Rangel, apresentou uma moção em que critica duramente o Chega, exigindo que se diga "chega" ao partido de André Ventura. Em seu discurso, Rangel condenou a moção de censura apresentada pelo Chega e manifestou-se contra o apoio do partido à formação alemã AfD.
Rangel também dirigiu críticas severas ao Partido Socialista, acusando os socialistas de manipular dados e de agir com irresponsabilidade na governança do país. Essas acusações surgem no contexto do debate político entorno da moção apresentada.
A moção de censura do Chega foi um dos temas centrais do debate, com o ministro das Relações Exteriores posicionando-se contra essa iniciativa. A posição de Rangel reflete a tensão política entre os principais partidos portugueses neste momento.
O episódio evidencia as tensões entre os diferentes partidos políticos portugueses, com Rangel procurando traçar uma linha clara entre suas posições e as do Chega, ao mesmo tempo que dirige ataques ao PS, em um contexto de forte confronto político.




