Em março de 2025, o governo de Binyamín Netanyahu aprovou uma resolução para "facilitar" a transferência da população de Gaza para países terceiros, ou a sua "emigração voluntária", o eufemismo usado oficialmente para esvaziar o enclave palestino. O Ministério da Defesa israelita criou mesmo um departamento especial para gerir o processo, e Netanyahu encarregou o Mossad de encontrar países dispostos a acolhê-los.
Desde então, pouco se soube sobre esses planos, o que não significa que tenham sido abandonados. O ministro da Defesa, Israel Katz, confirmou na semana passada que o projeto continua em pé, mas foi temporariamente "congelado" pela Casa Branca.
O Likud de Netanyahu apoia a medida, assim como outros partidos ultranacionalistas, que a tornaram na proposta estrela das suas campanhas eleitorais.




