Os espanhóis, através do CaixaBank, decidiram manter a confiança na equipe de gestão liderada por Ulrich e Oliveira e Costa no BPI por mais três anos, numa demonstração de continuidade na administração do banco português. A nova administração do BPI já não conta com a presença do líder do CaixaBank, o principal acionista espanhol da instituição.
No entanto, o novo conselho fortalece a posição do gestor financeiro do BPI, reconhecendo o seu papel na gestão do banco. Esta decisão representa um voto de confiança na continuidade da estratégia implementada pela dupla de gestão.
A nova "polícia" da gestão do BPI teve um papel de vigilância sobre a liderança do BCP na última década, sugerindo uma rivalidade histórica entre as duas instituições bancárias portuguesas. Este controle reforçado indica a importância que o BPI atribui à monitorização dos seus concorrentes no setor financeiro nacional.




