A Itália prevê um crescimento econômico próximo de 1% do PIB, segundo as projeções atuais. O economista Pietro Reichlin, ouvido pela Euronews, considerou essa previsão "realista", mas alertou que o país continua "no fim da UE" em termos de desempenho econômico.
O crescimento previsto não será suficiente para ampliar significativamente a margem de manobra orçamentária para o Orçamento do Estado de 2027. Apesar do aumento das receitas, as condições estruturais da economia italiana limitam as possibilidades de expansão fiscal.
Entre os fatores que condicionam a situação econômica italiana estão a baixa produtividade e o declínio demográfico. Esses elementos estruturais continuam a representar desafios significativos para o crescimento sustentável do país.
A posição da Itália no contexto da União Europeia permanece desfavorável, mesmo com a recuperação econômica prevista, o que levanta questões sobre a competitividade de longo prazo da economia italiana.




