O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, decidiu não participar da abertura de um curso de formação de agentes da PF após uma decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, determinar o seu afastamento do cargo. Andrei tomou conhecimento da decisão quando já estava no local do evento, com início previsto para às 9h.
No lugar de Andrei, o diretor-executivo William Murad discursou em defesa da corporação e do chefe afastado. Murad afirmou que a PF não se deixará abalar por ataques e reafirmou total confiança na direção-geral, dizendo que o momento exige serenidade e que a instituição saberá atravessar essa situação.
Nos bastidores, a cúpula da Polícia Federal reagiu com indignação e revolta à decisão de Mendonça. O ministro já conta com maioria a seu favor na Segunda Turma do STF para manter o afastamento.
O ministro Gilmar Mendes, porém, pediu vista e interrompeu o julgamento sobre o caso. O artigo foi interrompido antes de fornecer mais detalhes sobre essa interrupção.




