O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) mantém a greve que estava programada para os dias 14 e 28 de setembro, após o sindicato ter expressado "profunda decepção" com a contraproposta apresentada pelo Governo.
O sindicato dos profissionais do INEM considerou insuficiente a contraproposta governamental, o que levou à decisão de não recuar na mobilização já anunciada.
A greve afeta os serviços de emergência médica em Portugal, podendo causar impactos significativos no atendimento pré-hospitalar durante os dias de paralisação.
As negociações entre o sindicato e o Ministério da Saúde decorreram sem acordo, mantendo-se o braço de ferro entre as partes.



