O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal. A decisão, composta por 33 páginas, escalou uma crise que abala o STF e opõe, de um lado, Mendonça, e de outro, os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e a cúpula da PF.
Para embasar sua decisão, Mendonça utilizou precedentes de Alexandre de Moraes, de Flávio Dino e também do próprio plenário do STF na época da operação Lava-Jato. Esses precedentes foram empregados para justificar o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo.
A matéria é exclusiva para assinantes e não fornece mais detalhes sobre o conteúdo específico da decisão ou sobre as razões que levaram Mendonça a determinar o afastamento. O texto indica apenas que se trata de uma escalada de tensão entre os ministros do tribunal.



