O Brasil conta com mais de 15 mil fisioterapeutas, mas pouco mais de 1.500 trabalham no Sistema Único de Saúde. Esta disparidade foi destacada por António Lopes, presidente da Ordem dos Fisioterapeutas, que alertou para as consequências desta escassez no sistema público de saúde.
Após a alta hospitalar, a continuidade dos cuidados de reabilitação pode falhar, representando um problema significativo para os pacientes. No caso específico de acidentes vasculares cerebrais, o tempo é um fator crítico que pode influenciar diretamente a qualidade da recuperação dos pacientes.
António Lopes explicou que a falta de fisioterapeutas no SUS compromete o acompanhamento adequado dos pacientes que necessitam de reabilitação contínua, especialmente aqueles que sofreram AVC e precisam de intervenções terapêuticas regulares para recuperar funcionalidades.




