Um ex-dirigente do Sporting está no centro de uma investigação que envolve alegadas práticas de prostituição no estabelecimento conhecido como Elefante Branco, em Lisboa. O caso veio a público com a divulgação de escutas telefónicas que revelam o acesso privilegiado que este antigo responsável desportivo tinha neste local.
As conversas telefónicas mostram que o cliente podia telefonar para reservar horas, escolher a mulher com quem queria estar e até selecionar o quarto específico onde queria ser atendido. Este nível de organização sugere um sistema estruturado de prostituição dentro do estabelecimento.
O processo judicial inclui ainda uma conversa que menciona Maya, apresentadora de televisão, cuja intervenção no caso ainda não está totalmente clarificada. A presença de uma figura pública conhecida no processo tem contribuído para ampliar a atenção mediática sobre este caso.
O Ministério Público está a investigar estas alegadas atividades, e as escutas telefónicas constituem agora peça fundamental da investigação. O ex-dirigente do Sporting, cuja identidade não é revelada no artigo, poderá enfrentar acusações relacionadas com a promoção e facilitação da prostituição.




