Em 2025 foram registradas 1.777 comunicações de não renovação de contratos a termo de trabalhadoras grávidas ou que se encontram em licença parental. Essas mulheres viram seus contratos temporários não serem renovados enquanto estavam numa situação de gravidez ou após o nascimento dos seus filhos. A situação afeta um número significativo de trabalhadoras que deveriam estar protegidas durante esse período. O artigo refere que o adiamento da maternidade é uma realidade mensurável e que deve ser analisada, sugerindo que essa tendência de não renovação de contratos pode estar relacionada com decisões das mulheres de adiar a maternidade devido às condições laborais instáveis.
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1.700 grávidas de licença parental sem renovação de contrato
Observador8 de setembro de 2026 às 09:39




