Mais de 1.700 grávidas ou pessoas em licença-maternidade/paternidade não viram seus contratos renovados em 2025, segundo dados agora divulgados.
Os números foram apresentados pela Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, organização sindical portuguesa.
A divulgação desses dados aconteceu nesta terça-feira, época em que a comissão sindical alertou para essa realidade no mercado de trabalho.
O número de contratos não renovados representa um problema significativo no que diz respeito à proteção das trabalhadoras grávidas, puérperas ou lactantes, bem como dos trabalhadores em gozo de licença-maternidade/paternidade.



