A Torre Eiffel reabriu ao público após uma paralisação motivada por uma visita do grupo hindu Bochasanwasi Akshar Purushottam Swaminarayan Sanstha (BAPS). Os funcionários do monumento em Paris entraram em greve devido a um pedido feito pelo grupo durante a visita, que solicitou que não fossem vistas mulheres.
O templo hindu BAPS, sediado em Paris, emitiu um comunicado público pedindo desculpas por "qualquer dor ou incômodo causado" pela situação. A instituição reconheceu que o pedido foi inadequado e tentou minimizar os efeitos da controvérsia.
A visita do grupo BAPS gerou indignação entre os trabalhadores da Torre Eiffel, que consideraram o pedido discriminatório. A paralisação afetou o funcionamento do monumento turístico parisiense durante o período de greve.
Após a reabertura, a direção da Torre Eiffel não comentou publicamente sobre as negociações que permitiram o fim da greve. O incidente levantou questões sobre práticas discriminatórias em locais públicos frequentados por turistas de diferentes culturas e religiões.




