Um terço dos portugueses confia pouco nos serviços financeiros digitais, revelando uma desconfiança significativa em relação a estas plataformas tecnológicas. Este dado evidencia que, apesar do avanço da digitalização no setor financeiro, uma parte substancial da população portuguesa mantém reservas sobre a segurança e fiabilidade destas ferramentas.
Os níveis de confiança variam consideravelmente conforme a faixa etária dos inquiridos. À medida que a idade aumenta, os níveis de confiança nos serviços financeiros digitais diminuem, sugerindo que as gerações mais velhas tendem a ser mais cautelosas ou menos familiarizadas com estas tecnologias. Em contraste, as pessoas com maior escolaridade apresentam níveis de confiança superiores.
No que diz respeito ao uso de inteligência artificial no contexto financeiro, a percentagem de confiança é mais elevada do que nos serviços digitais em geral. Isto indica que, paradoxalmente, os portugueses estão mais dispostos a confiar em sistemas baseados em inteligência artificial do que em serviços financeiros digitais tradicionais.




