O Partido Socialista (PS) defende a abstenção na moção de censura apresentada pelo Chega ao Governo, considerando que esta constitui uma "manobra de diversão" que não merece o apoio dos partidos da oposição. A posição dos socialists visa evitar uma crise política e manter a estabilidade governativa.
Os Sozialistas consideram que a moção de censura do Chega não representa uma alternativa credível ao Executivo, mas sim uma estratégia do partido de extrema-direita para desestabilizar o panorama político. A decisão de se abster permite ao PS não validar a iniciativa do Chega, ao mesmo tempo que não contribui para uma eventual queda do Governo.
Esta posição surge num contexto de tensão política em que o Chega tem procurado afirmar-se como força de oposição ao Executivo. Ao defender a abstenção, o PS pretende evitar dar ao Chega qualquer tipo de legitimidade ou vitória política com a apresentação desta moção.
A estratégia do PS visa também responsabilizar o Governo pela sua ação, sem recorrer a mecanismos de censura que poderiam conduzir a uma crise governativa. Os socialists parecem preferir manter o atual executivo em funções, mas deixando claro o seu olhar vigilante sobre a atuação governativa.




