O leitor Anselmo foi desligado da empresa em que trabalhava e vai resgatar o FGTS. Nos próximos cinco meses, ele receberá seguro-desemprego e um acordo feito com a empresa, valores que serão suficientes para cobrir suas despesas mensais. Após esse período, porém, suas receitas serão menores do que os gastos, e ele precisará utilizar o dinheiro do FGTS para complementar a renda.
A recomendação é que Anselmo invista os recursos do FGTS em uma aplicação conservadora e com liquidez diária, como um fundo DI ou um CDB com liquidez diária do banco onde ele tem conta corrente. O artigo orienta a evitar modalidades mais complexas de investimento.
Atualmente, a remuneração das aplicações financeiras conservadoras está em torno de 14% ao ano. Após o desconto do imposto, o ganho líquido fica em aproximadamente 0,9% ao mês. Como as taxas de juros devem cair nos próximos meses, a orientação é considerar uma taxa mensal mais conservadora, de 0,8% ao mês.
Daqui a seis meses, quando terminar o recebimento do seguro-desemprego, o artigo menciona que Anselmo terá que reavaliar sua situação financeira e possivelmente buscar outras fontes de renda ou ajustar seus gastos.




