Há 60 anos, um dos incêndios mais devastadores da história da Serra de Sintra consumiu cerca de 50 quilômetros quadrados de floresta entre os dias 6 e 12 de setembro de 1966. O fogo começou na Quinta da Penha Longa e se espalhou pela Quinta de Vale Flor, Lagoa Azul e pelos Capuchos, ameaçando monumentos históricos como o Palácio de Seteais, o Palácio de Monserrate e o Parque da Pena. Sem apoio de meios aéreos e com falhas nas telecomunicações, bombeiros e militares combateram as chamas até a exaustão.
O incêndio provocou a morte de 25 militares do Regimento de Artilharia Antiaérea Fixa de Queluz, que não tinham preparação adequada para o combate a incêndios. Os corpos foram encontrados carbonizados junto ao Alto do Monge, perto das minas de água, num momento descrito como "chocante" por testemunhas da tragédia. O fogo só foi dado como extinto na manhã de 12 de setembro, depois da chuva.
Esta segunda-feira, 7 de setembro de 2026, realizou-se uma cerimônia evocativa dos 60 anos da tragédia, que incluiu uma




