Um homem de 70 anos ficou 36 horas nas urgências do Hospital Amadora-Sintra após ter dado entrada com sintomas de AVC. Durante esse período, o paciente permaneceu sem ser atendido, enfrentando uma espera prolongada em um momento de alta procura nos serviços de emergência.
O caso surge em um contexto de grande pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde, particularmente nas urgências hospitalares. O Hospital Amadora-Sintra tem sido frequentemente apontado como uma das unidades com maior sobrecarga, onde os tempos de espera para atendimento são frequentemente superiores aos recomendados.
A situação do idoso evidencia as dificuldades enfrentadas por pacientes com condições urgentes, como os sintomas de AVC, que requerem intervenção rápida. O AVC é uma emergência médica em que cada minuto conta para minimizar danos cerebrais e melhorar as chances de recuperação.
Este episódio levanta questões sobre a capacidade de resposta do hospital e do sistema de saúde em garantir atendimento em tempo hábil para casos que exigem prioridade absoluta. As autoridades de saúde têm enfrentado desafios crescentes na gestão dos serviços de emergência em todo o país.




