Invasores do Capitólio exigem ser indenizados pelo governo dos Estados UnidosFoto de zeedoo no Pexels
Política
США

Invasores do Capitólio exigem ser indenizados pelo governo dos Estados Unidos

Público7 de setembro de 2026 às 19:42

Os invasores do Capitólio norte-americano estão exigindo indenização do governo dos Estados Unidos, pedindo um milhão de dólares (cerca de 860 mil euros) para cada um.

Os reclamantes alegam ser vítimas de uma "narrativa falsa" em relação ao ataque armado à sede do poder legislativo nos Estados Unidos.

Segundo o artigo, os invasores afirmam que caracterizar o ataque como uma "insurreição" é incorreto.

Notícias relacionadas

Política

Leiria aprova linha financeira para estruturas residenciais comprarem geradores

O município de Leiria aprovou a criação de uma linha financeira para instituições particulares de solidariedade social com estruturas residenciais comprarem geradores de emergência, na sequência dos problemas causados pelo mau tempo. A medida visa apoiar estas instituições a garantir o funcionamento contínuo dos serviços durante interrupções de energia elétrica.

RTP Notícias07/09/26, 22:20
Política

Igrejas da Alemanha expressam preocupação com vitória regional da AfD

As Igrejas alemãs expressaram preocupação com a vitória do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) nas eleições regionais de domingo no estado federado oriental da Saxónia-Anhalt, embora sem maioria absoluta.

RTP Notícias07/09/26, 22:20
Política

Bruxelas propõe regras para regular aluguel por temporada

A Comissão Europeia apresentou uma proposta de Lei da Habitação Acessível destinada a criar critérios uniformes em toda a União Europeia para identificar zonas com pressão habitacional e definir quais medidas podem ser implementadas para enfrentar a escassez de moradias por temporada, como plataformas de Airbnb, regulando assim o setor de aluguel por temporada.

Observador07/09/26, 22:15
Política

Governo diz que não recebeu alertas para suspender a correção digital de exames

O Ministério da Educação garante que não recebeu alertas técnicos que recomendassem suspender a correção digital dos exames nacionais em 2026, apesar dos problemas identificados na primeira fase de implementação, como falhas na integridade de arquivos, associações incorretas de folhas e erros de parametrização que afetaram mais de 21 mil classificações. O Governo reconhece que os contratempos geraram ansiedade entre alunos e famílias, mas destaca que a segunda fase transpired sem problemas significativos, com o número de relatos de erro caindo de 90.479 para 5.110. Na sequência das questões levantadas pelo PS, que ameaçou avançar com uma comissão parlamentar de inquérito, o Executivo pediu ao Conselho Nacional de Educação uma avaliação independente e abrangente do modelo de avaliação externa, cujo relatório final deverá ser entregue até 31 de dezembro de 2026.

Eco07/09/26, 22:12