Do atrelado ao carro do "Xuxas", passando pelas obras em Odemira: as perguntas que Luís Neves terá de responder no ParlamentoFoto de LeoBezerra no Pexels
PolíticaBeja

Do atrelado ao carro do "Xuxas", passando pelas obras em Odemira: as perguntas que Luís Neves terá de responder no Parlamento

Eco7 de setembro de 2026 às 18:08

Luís Neves, ministro da Administração Interna, vai nesta terça-feira ao Parlamento enfrentar os deputados numa das audições mais politicamente delicadas desde que assumiu a pasta. O ministro será ouvido na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias num momento em que a sua permanência no Governo está no centro de uma disputa política que terá, horas depois, um novo capítulo com a discussão e votação da moção de censura apresentada pelo Chega ao Executivo de Luís Montenegro.

A audição acontece depois de semanas de crescente pressão sobre o antigo diretor nacional da Polícia Judiciária, marcadas por várias investigações e averiguações relacionadas com decisões tomadas durante os seus anos à frente do órgão de polícia criminal. Entre as questões que serão levantadas estão a transferência de um atrelado apreendido para as instalações de uma empresa que tinha contratos com a PJ, as obras realizadas na propriedade de Luís Neves em Odemira, as dúvidas sobre as declarações de património e rendimentos que estava obrigado a apresentar, e o carro que o ministro conduz avaliado em cerca de 40 mil euros, propriedade de um traficante de droga identificado como "Xuxas".

O escrutínio parliamentary não deverá limitar-se a saber o que aconteceu em cada um dos episódios. Com processos em diferentes instâncias, os deputados terão também de procurar estabelecer responsabilidades políticas: que decisões foram tomadas por Luís Neves enquanto responsável máximo da PJ, que procedimentos foram seguidos e se existiram falhas de controle ou de transparência. A pressão sobre o ministro aumentou depois de o procurador-geral da República revelar que existem vários processos relacionados com Luís Neves, incluindo três inquéritos criminais, um processo

Notícias relacionadas

Política

Mais de 2.000 horários ainda por preencher nas escolas - ministro

A uma semana do início das aulas em Portugal, mais de dois mil horários de professores permanecem por preencher nas escolas, segundo revelou o ministro da Educação, que assegurou existir disponibilidade de docentes para colmatar estas lacunas e adiantou que um balanço mais detalhado será apresentado até ao final da semana.

Diário de Aveiro07/09/26, 19:14
Há mais de 2.000 horários ainda por preencher nas escolas
Política

Há mais de 2.000 horários ainda por preencher nas escolas

Mais de dois mil horários de professores permanecem por preencher nas escolas, mas o ministro da Educação garantiu que a disponibilidade existente de docentes permitirá cobrir estas necessidades, minimizando o impacto nas instituições de ensino.

SIC Notícias07/09/26, 19:08
Mais de 2 mil horários ainda por preencher nas escolas
Política

Mais de 2 mil horários ainda por preencher nas escolas

A uma semana do início das aulas em Portugal, mais de dois mil horários de professores permanecem por preencher nas escolas, embora haja professores disponíveis para assumi-los. O ministro da Educação, Fernando Alexandre, fez essas declarações à margem da apresentação de um estudo sobre cursos técnicos superiores profissionais no Teatro Thalia, em Lisboa, adiando um balanço mais detalhado para o final da semana, quando ocorrerá mais um concurso de colocação de professores.

dnoticias.pt07/09/26, 19:07
Política

Mais de 2.000 horários vagos nas escolas, mas Fernando Alexandre garante "disponibilidade de professores" para preenchê-los

O Ministério da Educação português enfrenta mais de 2.000 horários vagos nas escolas, mas o ministro Fernando Alexandre garante que existe "disponibilidade de professores" para preenchê-los. O governante adiou para o final da semana um balanço mais preciso sobre a falta de docentes, quando ocorrerá mais um concurso de colocação de professores, esperando-se então uma avaliação mais concreta da situação.

CNN Portugal07/09/26, 19:05