A família de Chandika Kumari Shrestha já tinha iniciado os tradicionais rituais de luto, convencida de que ela tinha morrido, quando a mulher nepalesa foi encontrada viva dentro da sua casa destruída pelas cheias repentinas que afetaram o Nepal. Chandika sobreviveu num pequeno espaço com ar entre água, lama e os destroços da habitação, na devastada localidade de Betrawati, uma das zonas mais afetadas.
O número de mortos no país subiu para 1355, onze dias depois de um colapso glaciar ter desencadeado as cheias. A idosa estava na sua casa, mas numa rua diferente daquela onde os depósitos pareciam betão e areia movediça.
Chandika gritou "salvem-me" quando foi descoberta, segundo relatos da Reuters, conseguindo sobreviver durante dez dias em condições extremas.




