O Serviço Nacional de Saúde português necessita de mais 600 anestesiologistas para suprir a escassez que está agravando a crise no sistema de saúde público. A falta desses especialistas está dificultando a realização de cirurgias e procedimentos urgentes em todo o país.
A situação é particularmente grave porque existem médicos especialistas formados que poderiam integrar o SNS, mas optam por não aceitar colocação no setor público. A falta de contratação e as condições de trabalho no setor público estão impulsionando esses profissionais para o privado ou para a emigração.
Essa fuga de anestesiologistas para outras áreas ou países está criando um ciclo vicioso que agrava continuamente a capacidade do SNS de atender às necessidades da população. Os pacientes enfrentam cada vez mais tempos de espera prolongados e dificuldades no acesso a cuidados cirúrgicos.



