O sindicato manifestou preocupação com a segurança nas prisões, dois anos após a fuga de Vale de Judeus. A fuga daquela prisão ficou marcada como um dos incidentes prisionais mais significativos do país.
Segundo o sindicato, os pontos fracos da segurança de Vale de Judeus continuam sem resposta. Uma das falhas destacadas é a inoperância das torres de vigilância, que não funcionam adequadamente.
Esta não é a primeira vez que o sindicato alerta para estas questões. As autoridades prisionais ainda não terão implementado as medidas necessárias para corrigir estas vulnerabilidades.
O alerta surge num momento em que a segurança nas prisões continua a gerar preocupações, tanto para os profissionais do setor como para as entidades responsáveis pela administração prisional.




