Nos Estados Unidos, cresce a contestação pública aos centros de dados intensivos em consumo de água, especialmente aqueles associados à inteligência artificial. Estas infraestruturas tecnológicas requerem grandes quantidades de água para resfriamento, o que tem gerado preocupações ambientais e oposição das comunidades locais.
As grandes empresas tecnológicas garantem que estão a desenvolver e a implementar novos sistemas de resfriamento que podem reduzir significativamente a demanda de água nos seus centros de dados. Estas novas tecnologias prometem ser mais eficientes no uso de recursos hídricos.
No entanto, os especialistas alertam que existe uma contrapartida: utilizar menos água pode implicar um aumento significativo no consumo de eletricidade. Esta situação cria um dilema para as empresas, que precisam equilibrar dois recursos distintos e ambos com impacto ambiental considerável.
O debate ilustra o desafio crescente que a indústria tecnológica enfrenta para tornar a infraestrutura de inteligência artificial mais sustentável, num momento em que a demanda por serviços de IA continua a aumentar rapidamente em todo o mundo.




