O artigo é uma opinião de Guilherme Castro sobre a relação entre democracia e gestão de paisagens. O autor destaca que a forma como a sociedade utiliza o território é uma questão central para a democratização das paisagens.
O texto aponta para uma intensificação contínua na adoção de modelos de produção extrativistas, que se caracterizam pela exploração intensiva dos recursos naturais sem considerar suficientemente os impactos ambientais e sociais de longo prazo.
O articulista critica igualmente a persistência de modelos que geram benefícios exclusivos, ou seja, que concentram os lucros e vantagens em grupos específicos, sem distribuição equitativa dos resultados entre a população afetada.
A opinião expressa sugere que a falta de práticas democráticas na gestão territorial contribui para a perpetuação destes modelos predatórios, defendendo uma abordagem mais inclusiva e participativa na governança das paisagens.




