Segundo a associação Zero e o Conselho Português para Saúde e Ambiente, a má qualidade do ar persiste nas zonas urbanas com maior intensidade de tráfego rodoviário. Os dados oficiais definitivos mais recentes, relativos a 2024, confirmam que o dióxido de azoto (NO₂) continua a ser um poluente crítico nestas zonas. Esta situação afeta particularmente as áreas urbanas onde a circulação de veículos é mais intensa. As duas organizações alertam para a necessidade de medidas que mitiguem a exposição da população a este tipo de poluição.
Ciência
Má qualidade do ar subsiste nas zonas de maior tráfego rodoviário
Now7 de setembro de 2026 às 10:04
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