A tradição dos desfiles militares em 7 de setembro no Brasil remonta à Primeira República, tornando-se um evento de longa duração no calendário cívico do país. O artigo destaca que essa prática foi intencionalmente explorada pela dictatorship para reafirmar valores autoritários, utilizando o passado como instrumento de legitimação política.
A celebração do Dia da Independência através de paradas militares revela muito sobre a leitura oficial que se consolidou a respeito do processo de independência brasileiro. Essa perspectiva estatal contrasta com outras possíveis interpretações históricas do evento.
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