O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou em nota neste domingo que a atuação pública não pode ser regida por "amizades ou afinidades". O posicionamento ocorre dias após a revelação de um relatório de inteligência da Polícia Federal que questiona a recusa em apresentar ao Supremo Tribunal Federal recursos que a corporação pleiteava para questionar decisões do ministro André Mendonça nos inquéritos sobre o Banco Master e as fraudes no INSS.
Messias disse que questões de Estado devem ser tratadas com impessoalidade, fundamento técnico e transparência. Ele afirmou que a função pública jamais deve se orientar por amizades, afinidades ou circunstâncias pessoais, mas pela Constituição e pelas regras da República.
O chefe da AGU disse ainda que tem o "respaldo" do presidente Lula para exercer a função com "independência técnica, rigor jurídico e absoluta fidelidade à Constituição".
Na sexta-feira, em outra nota, ele havia afirm... [o artigo parece estar cortado]




