O Hospital Amadora-Sintra viveu uma situação crítica com um paciente crônico de 70 anos, identificado como João, que permaneceu cerca de 36 horas na emergência antes de receber atendimento adequado. O homem tinha pulseira amarela, o que significa que o seu caso era considerado de urgência moderada.
João esperou quase um dia inteiro até ser visto pela primeira vez por um médico, um atraso significativo mesmo para o nível de classificação que lhe foi atribuído. Após esse primeiro contato médico, o caso acabou ficando esquecido no meio da confusão do serviço.
A situação vivida no Amadora-Sintra reflete uma realidade mais ampla: as emergências hospitalares estão no limite da sua capacidade. O excesso de procura e a falta de recursos têm levado a tempos de espera cada vez mais longos e a situações como a vivida por este paciente.




