Salvar o homem ou o cão?: dilemas morais para o século XXIFoto de Joaoesl18 no Pexels
Ciência

Salvar o homem ou o cão?: dilemas morais para o século XXI

Observador6 de setembro de 2026 às 11:18

O artigo de José Carlos Fernandes explora a questão moral de como atribuímos valor aos diferentes seres vivos, questionando se humanos e animais devem ser considerados com a mesma importância.

O texto analisa os argumentos apresentados por Christine Webb na obra "O Símio Arrogante", que defende a tese de que todos os seres vivos possuem o mesmo valor intrínseco.

Fernandes examina como esta posição se apoia tanto em argumentos científicos quanto no conhecimento indígena, buscando fundamentação para a igualdade de valor entre todas as formas de vida.

O ensaio levanta dilemas éticos contemporâneos que desafiam as perspectivas tradicionais sobre a hierarquia entre humanos e outras espécies.

Notícias relacionadas

Ciência

Mitocôndrias e quasares de António Costa: A Terra que se deforma: onde os sismos encontram a gravidade

O artigo explora a forma real da Terra, questionando a ideia de que é uma esfera perfeita. Explica que a rotação do planeta, o relevo superficial e a distribuição desigual dos materiais no interior da Terra fazem com que a gravidade varie significativamente de local para local. O geoide é apresentado como o modelo científico que representa essas variações gravitacionais, revelando uma Terra com uma forma irregular e deformada, muito diferente da esfera idealizada.

Jornal O Interior06/09/26, 12:00
Ciência

Com um corte num gene, os cientistas esperam eliminar o colesterol elevado para toda a vida

Cientistas estão desenvolvendo um tratamento de edição genética para eliminar permanentemente o colesterol elevado, inspirado numa mutação rara do gene ANGPTL3, responsável pela regulação do LDL (o chamado "mau colesterol") e dos triglicéridos. Esta abordagem promete ser uma solução duradoura para milhões de pessoas que sofrem de níveis elevados de colesterol, potencialmente eliminando a necessidade de medicação contínua.

CNN Portugal06/09/26, 12:00
Ciência

Um glaciologista alerta para o impacto das alterações climáticas nos desastres glaciares entre o Nepal e o Tibete

Um glaciologista da Universidade de Bristol alertou para os impactos das alterações climáticas nos desastres glaciares entre o Nepal e o Tibete, após o colapso de um glaciar de altitude a mais de 5.000 metros em 26 de agosto, que desencadeou uma avalanche de gelo e rochas seguida de uma cheia repentina. O desastre provocou consequências devastadoras para aldeias, turistas, alpinistas e centrais hidroelétricas, não tendo sido encontradas evidências de um lago glaciar preexistente ou reservatório artificial que tivesse causado o evento. O especialista apresentou hipóteses iniciais sobre o papel do aquecimento global neste tipo de fenómeno glaciológico.

Meteored Portugal06/09/26, 11:00
“Cheiro a pessoa idosa” existe mesmo: a ciência explica porque (e quando) aparece com a idade
Ciência

"Cheiro de pessoa idosa" existe mesmo: a ciência explica por quê (e quando) aparece com a idade

A expressão "cheiro de pessoa idosa" é real e tem explicação científica. Estudos identificaram que, com o envelhecimento, a pele produz mais 2-nonenal, um composto químico que resulta da oxidação de ácidos graxos na superfície da pele. Este composto, que não é eliminado tão facilmente devido às alterações na composição lipídica da pele dos idosos, produz um odor característico frequentemente descrito como semelhante a óleo envelhecido, papelão úmido ou livros antigos. A pesquisa mostra que este cheiro é perceptível mesmo quando há boa higiene, diferenciando-o de odores causados por falta de limpeza, e está ligado a mudanças fisiológicas naturais do envelhecimento.

SAPO06/09/26, 11:00