Francisco Vilhena descobriu que tinha tumor cerebral na mesma semana em que decidiu se casar, aos 43 anos. O diagnóstico mudou radicalmente os planos do jovem, que recebeu a notícia de que restavam apenas cinco anos de vida.
Francisco é o terceiro membro da família a ser diagnosticado com tumor cerebral, seguindo-se à mãe e a um irmão. Esta situação familiar levou-o a querer "mudar a sina" da família, procurando tratamentos e alternativas que possam alterar o curso da doença.
A história de Francisco tem vindo a conscientizar a opinião pública para a importância da investigação nesta área e para o impacto que doenças oncológicas têm nas famílias. O jovem casou-se apesar do diagnóstico, demonstrando determinação em viver a vida plenamente durante o tempo que lhe resta.




