O ex-presidente da Plus Ultra, Julio Martínez Sola, organizou a viagem "de incógnito" da filha pequena de Hugo Chávez, Rosinés, num avião da companhia aérea com destino a Caracas durante a pandemia. A viagem decorreu desde Madri e foi ocultada para evitar ser identificada.
A informação provém das mensagens do celular de Rodolfo Reyes, que era o principal acionista da companhia aérea Plus Ultra. Estas mensagens foram entregues à UDEF no dia 18 de março de 2026 pela agência americana Homeland Security Investigations (HSI).
O caso envolveu a utilização da companhia aérea Plus Ultra para transportes que levantam suspeitas de irregularidades, com a filha do antigo presidente venezuelano a viajar escondida durante um período em que as viagens estavam restringidas devido à pandemia.
A colaboração entre as autoridades espanholas e americanas permitiu obter estas provas através da agência HSI, que cedeu o conteúdo das comunicações de Rodolfo Reyes para investigação.




