O artigo "Vidas que nunca param" aborda a situação de trabalhadores que não podem interromper suas atividades. O texto cita Daniela Sofia Neto, da Comissão Diocesana Justiça e Paz, que destaca a urgência de olhar para quem sustenta o funcionamento da sociedade. A comentarista sublinha que existe uma assimetria profunda entre aqueles que podem descansar e aqueles que são obrigados a continuar trabalhando. Segundo Daniela Sofia Neto, o direito ao descanso de uma parte da população depende da impossibilidade de parada de outra parte, o que cria uma desigualdade fundamental.
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Vidas que nunca param
Diário de Coimbra5 de setembro de 2026 às 17:00




