A escassez de anestesiologistas no Serviço Nacional de Saúde está provocando um número significativo de demissões entre os profissionais da área, colocando em risco o funcionamento de diversas salas de cirurgia em todo o país.
A situação compromete diretamente a capacidade cirúrgica dos hospitais públicos, com unidades hospitalares enfrentando ameaças de fechamento de centros cirúrgicos devido à insuficiência de médicos especializados nessa área.
A Ordem dos Médicos manifestou-se sobre a gravidade da situação e defendeu a necessidade urgente de uma estratégia nacional para enfrentar o problema. A entidade profissional pede medidas céleres que permitam atrair e reter os médicos no SUS, invertendo a tendência de fuga de profissionais para o setor privado ou para o exterior.
O fenômeno insere-se em um contexto mais amplo de dificuldades do sistema de saúde público português em reter profissionais qualificados, com os anestesiologistas sendo particularmente afetados pelas condições de trabalho e pela pressão sobre os serviços.




