Usava IA sem permissão, trabalhava para outras empresas e não cumpria prazos porque "não estava com vontade". Acabou despedido
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Usava IA sem permissão, trabalhava para outras empresas e não cumpria prazos porque "não estava com vontade". Acabou despedido

SAPO Notícias5 de setembro de 2026 às 11:14

Um trabalhador espanhol foi despedido disciplinarmente por usar inteligência artificial sem autorização da empresa, realizar trabalho para outras empresas durante o horário laboral e não cumprir prazos estabelecidos, justificando a sua inação com a frase "não estava com vontade". O caso decorreu na empresa Indra e acabou por chegar ao Tribunal Superior de Justiça de Castela e Leão.

O tribunal confirmou o despedimento disciplinar, considerando provadas as infrações imputadas ao trabalhador. A utilização de ferramentas de IA sem permissão foi um dos motivos que contribuíram para a decisão final da empresa de rescindir o contrato.

O tribunal rejeitou os argumentos do trabalhador, que tentou impugnar o despedimento. A decisão do Tribunal Superior de Justiça de Castela e Leão validou a posição da empresa, confirmando que as razões invocadas para o despedimento eram válidas e suficientes.

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