Usava IA sem permissão, trabalhava para outras empresas e não cumpria prazos porque "não estava com vontade". Acabou despedido
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Usava IA sem permissão, trabalhava para outras empresas e não cumpria prazos porque "não estava com vontade". Acabou despedido

SAPO Notícias5 de setembro de 2026 às 10:00

Um trabalhador na Espanha foi demito disciplinarmente por usar inteligência artificial sem autorização da empresa, realizar trabalho para outras empresas durante o horário de trabalho e não cumprir prazos por falta de motivação. O caso acabou chegando ao Tribunal Superior de Justiça de Castilla y León, que confirmou a demissão.

O tribunal considerou que a utilização de ferramentas de IA sem autorização violava as normas internas da empresa e comprometia a segurança dos dados da organização. Além disso, o trabalhador realizava atividades para outras empresas, o que configurava um conflito de interesses e uma violação dos deveres de dedicação exclusiva.

O não cumprimento dos prazos de trabalho foi igualmente mencionado como motivo para a demissão, com o tribunal sublinhando que a justificativa do trabalhador de que "não estava com vontade" não constituía uma razão válida para o descumprimento das suas obrigações profissionais.

A sentença do Tribunal Superior de Justiça de Castilla y León confirmou integralmente a demissão disciplinar, considerando que estavam reunidas as condições para a rescisão do contrato de trabalho por motivos imputáveis ao trabalhador.

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