A cadeia de supermercados Continente publicou um artigo com dicas para os consumidores identificarem se a dourada está fresca no momento da compra. Este peixe continua a ser um dos mais procurados em Portugal, valorizado pela facilidade de preparação, sabor e valor nutricional. A dourada nacional de aquacultura é criada em água salgada, em mar aberto, e está disponível em diferentes tamanhos e cortes nas peixarias da marca.
O artigo destaca três sinais principais para verificar a frescura do peixe. Os olhos devem ser brilhantes e salientes, e não baços ou demasiado fundos. As escamas devem apresentar-se brilhantes e bem aderentes ao corpo, indicando maior frescura. O cheiro é igualmente indicador, devendo ser suave e agradável a maresia, sem odores demasiado intensos ou desagradáveis.
A dourada de aquacultura nacional é criada em mar aberto com exposição a correntes marítimas e circulação natural da água, o que permite uma oferta mais regular ao longo do ano, complementando a disponibilidade da pesca tradicional. Após a compra, a recomendação é guardar o peixe no frigorífico, num recipiente fechado, a uma temperatura próxima dos 4°C, consumindo-o preferencialmente no prazo de um dia para preservar a textura e o sabor.
Além da versatilidade na preparação, que inclui forno, grelhado, ao sal, filetes ou postas, a dourada é fonte de proteína, ómega-3, vitaminas do complexo B e minerais como fósforo e potássio. Para o consumidor, a observação visual e olfativa no momento da compra continua a ser a melhor forma de garantir que o peixe está fresco antes de chegar à mesa.




