O artigo satírico utiliza três designações irônicas para outros tantos membros do Governo português: "Ministro do 2.0", "Ministro das indulgências" e "Ministro da censura moderna". Essas expressões parecem constituir críticas humorísticas à atuação de cada um desses responsáveis governamentais.
No retorno de um período de férias, três figuras públicas portuguesas manifestam estados de espírito distintos. Ricardo Araújo Pereira, conhecido comentador e humorista, declara estar "almoçado". João Miguel Tavares, também comentador habitual, confessa sentir-se "inseguro". Pedro Mexia, igualmente comentador, diz sentir-se "demérito".
O artigo não especifica a quais membros do Governo correspondem cada uma das três designações irônicas, nem estabelece uma ligação direta entre estas e os três comentadores mencionados. A peça surge como um texto de opinião ou humor que utiliza essas referências para comentar a realidade política portuguesa.




