Relatórios apócrifos da Polícia Federal foram encomendados pelo ministro Alexandre de Moraes como reação a um pedido de investigação feito contra ele pelo então advogado-geral da União André Mendonça. Os relatórios tinham como objetivo analisar e responder a essa demanda de investigação contra o próprio Moraes.
Um dos relatórios recomenda o "monitoramento e coleta dirigida" sobre André Mendonça e sua relação com o advogado-geral da União Jorge Messias. A sugestão aparece ao final de uma análise intitulada "postura da Advocacia-Geral da União e o quadro de risco associado".
A análise faz um cenário dos riscos para a Polícia Federal relacionados à relação entre Messias e Mendonça. O relatório apócrifo foi produzido para fundamentar uma resposta institucional ao pedido de investigação feito por Mendonça contra Moraes.




