A economia do bem-estar movimentou US$ 125,4 bilhões no Brasil segundo o levantamento mais recente do Global Wellness Institute (GWI), divulgado neste ano, colocando o país na 11ª posição entre 145 mercados analisados. O impacto desse resultado abre espaço para o avanço de novos modelos de negócios imobiliários e turísticos, empreendimentos que substituem a hospitalidade tradicional por infraestruturas focadas no contato com a natureza e no consumo racional de recursos.
O comportamento do consumidor confirma essa tendência. Um levantamento da Booking.com aponta que 87% dos brasileiros encaram as viagens como um investimento direto em qualidade de vida. Globalmente, o GWI projeta que o turismo de bem-estar alcançará US$ 1,38 trilhão até 2029, acelerando a busca por empreendimentos que trocam o cimento por infraestruturas de regeneração ambiental — projetos que de alguma forma recuperam o ecossistema local enquanto operam.
O artigo menciona o litoral norte de Santa Catarina, onde o município de Penha vem se destacando nesse segmento, embora o texto apareça cortado nesse ponto.




