Governo classifica moção do Chega como "coreografia sem consequências"
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Governo classifica moção do Chega como "coreografia sem consequências"

Correio da Manhã4 de setembro de 2026 às 18:22

O primeiro-Ministro considerou a moção aprovada pelo Chega como uma "coreografia sem consequências", sublinhando que a moção não teve qualquer impacto prático no funcionamento do executivo. A posição do governo surgiu em reação aos desenvolvimentos políticos envolvendo o partido Chega.

António Leitão Amaro, membro do executivo, assegurou que o governo continuará a não ter parceiros preferenciais nas negociações de diplomas legislativos. Esta posição reforça a linha adotada pelo executivo de não estabelecer acordos preferenciais com qualquer partido da oposição.

A moção aprovada pelo Chega gerou reações políticas significativas, embora o governo tenha minimizado a sua importância efetiva. O executivo mantém a sua postura de independência nas relações com os partidos da assembleia da República.

O primeiro-Ministro sublinhou que o governo continuará a funcionar de acordo com a sua orientação estabelecida, não sendo afetado por esta moção. A perspetiva do conselho de ministros é que este tipo de movimento político não alterará a forma como o governo trabalha na legislação.

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