Pelo menos 14 estudantes sérvios foram infectados com o spyware Pegasus, desenvolvido pela empresa israelita NSO Group. Os estudantes faziam parte de movimentos que desafiavam o poder do presidente Aleksandar Vucic, líder da Sérvia.
As infecções foram confirmadas através de análises técnicas que identificaram a presença do software espião nos dispositivos móveis dos estudantes afetados.
Ainda não foi possível determinar quem operou as ferramentas de vigilância israelitas na Sérvia. No entanto, existe um histórico documentado de vigilância por parte das autoridades sérvias contra vozes críticas ao governo.
O caso surge num contexto mais amplo de utilização do Pegasus contra jornalistas, ativistas e figuras da oposição em vários países, levantando preocupações sobre o uso indevido desta tecnologia de espionagem.




