Trabalhadores de aplicativos de delivery e transporte têm jornadas de trabalho mais longas, mas recebem menos por hora em comparação com outros empregados do setor privado, segundo um estudo do IBGE. A pesquisa analisou as condições de trabalho desses profissionais, que operam por meio de plataformas digitais.
O valor recebido mensalmente por esses trabalhadores se aproxima da média dos demais empregados do setor privado. No entanto, quando considerado o número de horas trabalhadas, a remuneração por hora acaba sendo inferior.
As jornadas de trabalho dos entregadores e motoristas de aplicativo são mais extensas do que as dos empregados tradicionais. Isso ocorre porque muitos precisam trabalhar mais horas para atingir uma renda semelhante.
Além disso, esses trabalhadores não possuem os mesmos direitos trabalhistas garantidos aos empregados celetistas, como férias remuneradas, décimo terceiro salário e contribuição para a aposentadoria. A flexibilidade prometida pelas plataformas nem sempre se traduz em vantagens financeiras para os profissionais.




