Élia Ascensão manifestou críticas relativamente às regras dos fundos europeus, pedindo maior previsibilidade nos processos de financiamento. A intervenção surge no contexto de debates sobre a gestão e distribuição de verbas europeias.
A responsável defende que os municípios devem ter um papel mais ativo e uma maior participação nas decisões relacionadas com os fundos europeus. Esta posição reflete preocupações sobre a falta de envolvimento das autarquias nos processos de decisão.
As queixas centram-se na imprevisibilidade das regras aplicáveis aos fundos europeus, o que dificulta o planeamento dos projetos municipais. Ascensão alerta para a necessidade de condições mais claras e estáveis para os municípios acessarem estas verbas.
O tema insere-se numa discussão mais ampla sobre a descentralização e o papel dos governos locais na execução de políticas financiadas pela União Europeia.



