Luís Rufo está sendo julgado por 141 crimes de usurpação de funções. O réu exerceu as funções de advogado durante quase três décadas, entre 1993 e julho de 2022, com escritório em Braga.
O Ministério Público apurou que Luís Rufo nunca esteve habilitado para exercer a advocacia, uma vez que nunca concluiu a graduação em Direito. Ainda assim, representou clientes e desempenhou atividades próprias da profissão durante todo esse período.
O julgamento ocorre no Tribunal Judicial de Braga, onde o réu enfrenta as acusações relativas aos crimes de usurpação de funções, que se prolongaram ao longo de quase 30 anos.




