Enquanto o Brasil debatia o caso Master e questões eleitorais, o artigo chama atenção para um fenômeno do outro lado do mundo: o amor artificial. O caso de Yu Miao, uma jovem chinesa de 27 anos da província de Zhejiang, ganhou repercussão internacional após ela abandonar seu emprego ao saber que perderia um sistema de inteligência artificial da ByteDance que considerava seu amante, amigo e confidente. A empresa decidiu desativar o serviço devido a novas regras jurídicas criadas pelo governo chinês. O artigo destaca que esse não é um caso isolado, já que nos últimos três anos os chamados AI companions ou companheiros de IA têm se tornado cada vez mais comuns.
Artigo: Amores artificiais: o que o direito tem a ver com isso?
oglobo4 de setembro de 2026 às 11:00
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