Os depósitos a prazo no Brasil atingiram um novo recorde em julho, com 13,7 bilhões de euros em novas operações de pessoas físicas. Esse valor representa mais 1,7 milhão de euros do que no mês anterior, configurando o valor mais alto já registrado no Brasil nesse tipo de produtos financeiros.
Os dados do Banco Central revelam que os novos depósitos com prazo de até um ano representaram 95% do total de novos depósitos de pessoas físicas. A taxa de juros média das novas operações de depósito também é mencionada, mas a informação no artigo está incompleta.
O artigo adverte que depositar dinheiro que não será necessário nos próximos meses equivale a "queimar dinheiro", salientando a importância de analisar a taxa de juros oferecida, de 1,59%, em confronto com a inflação. Essa análise permite aos poupadores avaliar se estão realmente preservando ou perdendo poder de compra.




